Ando tão azarada que não dá para dizer meio tem que ser inteira mesmo. Essa nuvezinha acinzentada estacionou em cima da minha cabeça há uns dois meses. Tudo começou com uma maluca dando ré na porta do meu carro bem quando eu entrava em um estacionamento. Como se não bastasse, a "esperta" até hoje duvida que tenha batido em mim. Dúvida possível, de fato, afinal de contas, os automóveis modernos andam de lado...
A próxima desventura dessa série foi a súbida quebra do pára-brisa em plena BR 116. Ouvi um barulho e simplesmente o vidro estava com um estilhaço. Pelo menos descobri para que servem aqueles adesivinhos que vêm com os documentos do seguro.
Na volta dessa viagem, descobri que um sabiá invadira a minha casa e - com tantas opções - descaradamente utilizara logo o meu sofá como banheiro... Corri para limpar, peguei meu borrifador de água perfumada e, tcharam! A mancha ficou pior ainda! Abri a tampa, cheirei e veio a constantação, havia água sanitária misturada no restante do líquido. Essa vou agradecer para a faxineira... E o pior, a mancha feita pelo sabiá também não saiu...
No fim de semana que se seguiu, tive a brilhante ideia de estacionar meu auto em uma determinada rua da cidade e sair para passear a pé, coisa que amo fazer. Na volta, a surpresa: o carro estava cercado de feirantes por todos os lados. Resultado, fiquei a pé até as 21 horas, correndo o risco de receber uma multinha em casa nos próximos dias.
A maré de azar chegou ao ápice com a perda o meu tubo de álcool gel de estimação. Puxa, o meu companheiro inseparável de muitas ocasiões. Esteve comigo em tantos lugares, ele era praticamente da família e nem tinha chegado ao final. Se alguém o vir por aí, me avise.
Acho que meu trevinho de quatro folhas tirou umas férias.
A próxima desventura dessa série foi a súbida quebra do pára-brisa em plena BR 116. Ouvi um barulho e simplesmente o vidro estava com um estilhaço. Pelo menos descobri para que servem aqueles adesivinhos que vêm com os documentos do seguro.
Na volta dessa viagem, descobri que um sabiá invadira a minha casa e - com tantas opções - descaradamente utilizara logo o meu sofá como banheiro... Corri para limpar, peguei meu borrifador de água perfumada e, tcharam! A mancha ficou pior ainda! Abri a tampa, cheirei e veio a constantação, havia água sanitária misturada no restante do líquido. Essa vou agradecer para a faxineira... E o pior, a mancha feita pelo sabiá também não saiu...
No fim de semana que se seguiu, tive a brilhante ideia de estacionar meu auto em uma determinada rua da cidade e sair para passear a pé, coisa que amo fazer. Na volta, a surpresa: o carro estava cercado de feirantes por todos os lados. Resultado, fiquei a pé até as 21 horas, correndo o risco de receber uma multinha em casa nos próximos dias.
A maré de azar chegou ao ápice com a perda o meu tubo de álcool gel de estimação. Puxa, o meu companheiro inseparável de muitas ocasiões. Esteve comigo em tantos lugares, ele era praticamente da família e nem tinha chegado ao final. Se alguém o vir por aí, me avise.
Acho que meu trevinho de quatro folhas tirou umas férias.
Ah, bela...
ResponderExcluirPense então que semana que vem será a sua semana de "gazelas gordas": tudo de bom, legal, namorados, dinheiro etc e tal.
Smack
EL Cohen
PS: Anyway, vai numa benzedeira, hihi.